Pentecostes, o sopro de Jesus

Eaii galeraa, vocês estão sabendo o que comemoramos hoje? Certamente se você já participar a santa missa de hoje já está ligado sobre o que vamos falar. Hoje é uma solenidade, uma data muito especial para a Igreja, e queremos refletir um pouco sobre ela. Bora?

Para começar nossa reflexão, precisamos ver o que Jesus nos fala no evangelho de São João e, também, o que encontramos no livro dos Atos dos Apóstolos.

Tendo-se completado o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um ruído como o agitar-se de um vendaval impetuoso que encheu toda a casa onde encontravam. Apareceram-lhe, então, línguas como de fogo, que se repartiam e que pousaram sobre cada um deles. E todos ficaram repletos do Espírito Santo

(At 2, 1-4)

Ele lhes disse de novo: ‘A paz esteja convosco! Como o Pai me enviou, também eu vos envio.’ Dizendo isso soprou sobre eles e lhes disse: ‘Recebei o Espírito Santo.

(Jo 20 21-22)

Pentecostes!

O dia em que se completou a páscoa de Cristo Crucificado, o dia em que Jesus soprou sobre a Igreja, o dia em que o Espírito Santo desceu sobre os discípulos, o dia em que os homens que estavam trancados com medo, saíram para pregar a salvação. O dia em que o Pai celestial nos envia o auxílio necessário para vivermos na graça. A partir deste momento a Igreja sai em missão. É um novo tempo que se inicia!

Podemos fazer uma relação do dia de Pentecostes com o dia em que recebemos o sacramento da Crisma. Este sacramento faz parte na iniciação cristã, mas é o ponto final dessa trajetória inicial, aquele momento em que atingimos a maturidade cristã e que recebemos os dons do Espírito Santo.

Quando recebemos esses dons, assumimos o compromisso de sermos servos de Deus, de fazer a sua vontade e de pregar o Seu evangelho, ou seja, assumimos o compromisso de salvar almas. Lá em Pentecostes, quando estava João, Lucas, Pedro e os outros, eles receberam esse espírito e aquele medo que tinham dos judeus, foi transformado em fortaleza para assim, saírem pelas ruas pregando e convertendo. E este Espírito vem como fogo a nos incendiar, a nos consumir por inteiro, nos conduzindo para o Alto.

“Já são sou eu que vivo em mim, mas Cristo vive em mim”.

(Gl 2, 20)

Assim como os apóstolos foram completamente transformados pelo Espírito, eles que antes eram fracos e medrosos, e agora, eram corajosos e fortes, saíram por todos os cantos pregando com audácia e inteligência, sem medo de proclamar a fé e com isso, converteram milhares de pessoas, precisamos nós, sentir esse sopro da coragem e fortaleza que o Nosso Senhor nos envia. Precisamos nós, reacender esta chama que nos consome por inteiro, para nos doar completamente e nos elevar ao Pai.

Ensinamentos do O Papa Bento XVI

O Papa Bento XVI vem nos ensinar que, o Filho amado de Deus, sopra sobre o povo o seu Espírito, mas é preciso estar muito perto de Jesus para sentir esse sopro, próximo ao ponto de receber e sentir este “hálito” do Cristo Crucificado. Este sopro quando sai de Jesus e entra nos discípulos se constitui como vida, portanto, precisamos dele, do Espírito, para nós também vivermos, e vivermos para Cristo.

Em Pentecostes também estava presente nossa mãe Maria, Ela que já havia experimentado profundamente a ação do Santo Espírito, no momento da concepção de Jesus, quando o Espírito pousa sobre Ela, estava ali para aguardar a Igreja ser batizada pelo mesmo Espírito.

Mãe dos apóstolos

Maria também é mãe dos apóstolos, portanto está ali com eles como uma figura maternal, auxiliando e preparando os seus filhos a perseverarem na fé enquanto esperavam a descida do Espírito Consolador.

Ah meus amigos, que grande graça é ter o Espírito em nós. Que alegria, consolo e fortaleza é saber que temos o Fogo do Espírito para nos conduzir e capacitar todos os dias, em todos os nossos afazeres, medos e percursos. A este Espírito, devemos desejar de todo nosso coração e com todas as nossas forças.

Convido você a ter o hábito de clamar a presença do Espírito Consolador na sua vida, ao acordar, chama por Ele para que te guie e te faça ter um dia fiel a Deus. Quando precisar falar com alguém, clame pela sabedoria do Espírito. Quando estiver com dúvidas, peça o dom da ciência… Peça pelo Espírito em todos os momentos de sua vida. Foi Jesus quem nos enviou este auxílio e nos disse que este, seria o nosso apoio e força em tempos difíceis, para chegarmos ao céu.

“Vinde Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do Vosso Amor. Enviai o Vosso Espírito e tudo será criado e renovareis a face da terra.
Oremos: Ó Deus que instruíste os corações dos vossos fiéis, com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos da sua consolação.

Por Cristo Senhor Nosso. Amém”

Ministério de Formação

Maria, humana como nós

É comum meditarmos a Santidade da Virgem Maria, mas você já parou para meditar a humanidade de nossa Senhora?

Em toda a história da salvação Deus nos deixa claro, seja pela voz do profeta (Isaías) ou mesmo no Gênesis quando declara a inimizade entre a serpente e a mulher, que uma mulher (humana) daria luz ao salvador. Ele não viria nem de uma divindade e muito menos desceria do céu em meio a trombetas, viria como nós, nascido de uma mulher.

A santidade da Virgem Maria

É comum meditarmos a santidade da Virgem Maria, mas por vezes esquecemos de notar o quanto essa santidade está intimamente ligada a humanidade de nossa Senhora. São João Paulo II sabiamente nos escreveu na constituição dogmática Lumem gentium que “todos são chamados à santidade, e a todos coube a mesma fé e justiça de Deus” (Lumem gentium, 32) . Isso quer dizer que em nossa qualidade humana temos como princípio a busca da santidade, nossa vocação primeira é a de sermos Santos. Nossa Senhora, portanto, seguiu sua vocação primeira com perfeição, atingindo a santidade por ser perfeitamente humana.

Se prestarmos atenção, a sagrada escritura nos mostra traços claros da humanidade de nossa Senhora. Um exemplo está no episódio da anunciação.

Neste episódio, Maria encontrava-se possivelmente recolhida, talvez em oração ou até mesmo nos afazeres de casa, quando o anjo Gabriel adentrou dizendo “Ave cheia de graça, o Senhor é contigo”. Na sequência, a palavra nos diz que Maria ficou cheia de surpresa e confusa com tal saudação. 

A jovem mulher

Aqui precisamos nos imaginar no episódio. Nossa Senhora era uma jovem mulher de uns 15 anos, de muita fé e principalmente com muito conhecimento das sagradas escrituras, sendo assim, sabia perfeitamente o que aquela saudação do anjo significava. Qualquer um de nós, humanos, ficaria surpreso e até mesmo assustado naquela situação e com Maria não foi diferente, ela ficou confusa, talvez até assustada.

O anjo então toma a palavra, acalma nossa Senhora e explica que ela faria parte da história da salvação, do cumprimento das promessas de Deus, sendo o meio pelo qual o Salvador viria ao mundo. Ao fim da explicação, é possível imaginar o silêncio que pode ter tomado conta daquele ambiente: Maria, uma simples jovem, havia sido convidada para participar de algo que mudaria completamente a sua história, a história da humanidade. A resposta de nossa Senhora nesse momento definiria tudo e ela, na sua humanidade, disse sim, mas não apenas um sim qualquer. Maria disse o seu fiat! (faça-se) e mostrando toda a sua pequenez humana para trazer o Deus vivo a este mundo, entregou esta tarefa nas mãos de Deus.

Maria com certeza teve muitos desafios durante a sua vida. Além de viver em uma época muito difícil para as mulheres, nossa Senhora precisou abrir mão de muitas coisas para servir inteiramente a Deus. Ela entregou suas vontades, seus planos, tudo o que tinha para ser inteiramente a medianeira, aquela que geraria e faria crescer o filho de Deus.

Nossa senhora além de gerar e cuidar da criação e educação de Jesus, fazendo-o crescer em tamanho e sabedoria, também foi responsável pelos cuidados da casa e também de São José seu esposo que, segundo a tradição, tinha mais idade que ela. Sendo assim, além da visão de mãe terna e carinhosa, Maria nos ensina a determinada determinação que se deve ter no servir a Deus no ordinário de cada dia.

É comum em nossa juventude meditarmos sobre as vocações e principalmente sobre como vamos buscar a santidade no ordinário dos nossos dias.

Maria foi um exemplo de extraordinário no ordinário da sua vivência humana. 

Pensando no ordinário e na busca de santidade no dia a dia, temos em nossas casas exemplos de seres humanos que, às vezes sem saber, estão buscando a santidade, são eles os nossos pais. Por vezes eles vivem sacrifícios diários a favor da nossa criação e educação, seja para pôr comida na mesa ou então para nos dar condições melhores no futuro, eles sempre estão dispostos a se gastarem pelo nosso melhor. O que seria isso se não uma profunda vivência humanitária, atos de amor fraterno por uma criatura de Deus que veio ao mundo através deles – a profunda vivência humanitária nos aproxima da santidade, nos ensina a Virgem Maria. Portanto, devemos perceber que em cada gesto de humanidade existe um toque divino, um aroma Santo, que nos aproxima de Deus e nos assemelha a Nossa Senhora.

O exemplo do “SIM” de Maria

A partir da humanidade de Maria e do seu “sim”, deu-se início ao cumprimento da promessa da salvação. A partir do “sim” humano de nossos pais, deu-se início a nossa história de salvação particular. Agora chega a nossa vez.

Que Maria seja exemplo de ser humano para cada um de nós e que, ao reflexo dela, possamos viver o extraordinário no ordinário das nossas vidas, amando e servindo a Deus em cada gesto simples de humanidade.

Por Vinicius Bandeira

Sexta-Feira Santa

Chegamos na Sexta Feira Santa, o dia de silêncio, jejum e oração, porém sem clima de luto, e sim de respeito e meditação sobre a oferta de Cristo. Celebramos a morte vitoriosa.

Hoje somos convidados a olhar para a cruz, meditar os pregos cravados nas mãos e pés de Cristo, a coroa de espinhos e os seus machucados. A Cruz é o centro da celebração.

Na liturgia percorremos o caminho do calvário, vimos Jesus ser preso, levado para Herodes e Pilatos. Vimos Pilatos lavar as suas mãos e soltar Barrabás, conforme o povo pediu. A partir dali, Jesus é açoitado, recebe a coroa de espinhos e se encaminha para o local em que seria Crucificado.

Tivemos dois amigos do movimento, Jean e Ivana, que tiveram a oportunidade de estar na Escada Santa, a escada em que o próprio Cristo subiu para ser interrogado por Pilatos. Vejam o relato:

“Lá fomos nós em junho de 2019, em Roma – Itália. Estavam perto de nós cerca de 15 pessoas, todas subindo cada degrau com calma, com o terço na mão e rezando. Nas paredes, ao redor da escada havia pinturas da Via Sacra, e no topo da escada, a pintura da crucificação. “

“Ah, pode-se subir apenas de joelhos!”

“No primeiro momento em que tocamos a escada, lágrimas já corriam por nossos olhos sem que pudéssemos controlar. Pensávamos ‘Quem somos nós para tocar o mesmo chão que Jesus tocou?’. A cada degrau os joelhos doíam mais, mas quando olhávamos para a nossa dor de estar ali, de joelhos subindo a escada, pensávamos quão pouco somos capazes de nos sacrificar por Cristo, pois nossa dor era ínfima perto do que Cristo sentiu quando foi açoitado, coroado de espinhos e crucificado por amor a nós. Porém, ao mesmo tempo em que nos sentíamos pequenos, indignos de estar ali, nos sentíamos grandes e acolhidos em Jesus Cristo.”

“Enquanto subíamos, fomos rezando e meditando a Via Sacra, simplesmente agradecendo por estar ali, pela oportunidade de estar vivendo aquele momento naquele lugar. É como se estivéssemos tocando Cristo, como se estivéssemos com Ele naquele dia em que foi crucificado. Era um misto de sentimentos e reações, pedimos perdão, agradecemos, rimos, choramos…de soluçar… ficamos atônitos por muito tempo na verdade.”

“Saímos de lá com a certeza de que foi a experiência mais incrível que tivemos em nossa vida, e ainda mais apaixonados por Cristo.”

A Sexta-Feira Santa nos faz esse convite, de nos colocar junto à Cristo, no açoite, no caminho do calvário, na Cruz, onde Ele entregou-se por inteiro a nós.

Por fim, convidamos à reflexão, de que Jesus gastou o seu suor, o seu sangue e sua vida, por nós, para nos salvar, “Tendo amado os Seus que estavam no mundo, amou-os até o fim” (Jo 13,1). E nós, o que estamos fazendo para santificar a vida de outras pessoas em prol da salvação? Estou amando o meu próximo? Cristo nos amou antes de nós conseguirmos amá-Lo, é um amor genuíno que não espera nada em troca, simplesmente se entrega. E nós?

Que Deus lhe abençoe.

Núcleo de Espiritualidade

A Comunhão Espiritual

Salve Maria! Fala Movimento Água Viva e todos os homens e mulheres de Deus. Como bem sabemos, estamos passando por um tempo difícil de grande provação a nível mundial. Toda a humanidade está lutando contra o COVID-19, e por conta desse fator as Santas Missas foram suspensas e não podem acontecer por conta do contágio. Dessa forma, as recomendações dos bispos locais é que vivemos a Santa Missa, por todos os meios de comunicação (TV, Facebook, Instagram). O Santo Padre, o Papa Francisco recomendou que todos os fiéis fizerem o exercício da comunhão espiritual na homilia do dia 19 de março, Solenidade de São José.

Percebe-se que esse assunto de comunhão espiritual está em evidência na vida de todo o Católico, e muita gente fica na dúvida de como realizar esse momento que foi recomendado por toda a Igreja. Primeiro todos precisamos entender que a comunhão espiritual torna possível um encontro com Deus, como qualquer outro momento de oração. Porém, recita-se a oração da comunhão espiritual em casos que algum fiel não consiga ir à Missa de preceito (por causa de um motivo maior, é claro), ou quando o mesmo se encontra em estado de pecado não confessado e não pode comungar do Corpo de Nosso Senhor. Dessa forma existe a orientação de realizar uma oração que faça você viver uma união com Deus, que ama a todos nós sem limites

Uma dúvida que é comum de surgir para os Católicos, é: Qual a diferença da comunhão Eucarística e da espiritual? Tem o mesmo valor?

Como bem sabemos a comunhão Eucarística ocorre quando participamos da Santa Missa e estamos livres de pecado grave, assim recebemos o Corpo de Cristo na hóstia consagrada pelo sacerdote. Já a comunhão espiritual é receber Jesus só que sem que esteja na hóstia consagrada, ou seja, não comungamos o Corpo de Cristo. Mesmo existindo a diferença entre elas o valor é o mesmo, o que importa de fato é o teu encontro pessoal com o Mestre, deixar todas as preocupações de lado, as contas que precisam ser pagas, o estresse, a dor, os medos, as felicidades, as conquistas… É reconhecer que de uma forma ou de outra, a tua alma irá encontrar Aquele que é de mais precioso na nossa vida. São Leonardo Porto Maurício, diz o seguinte sobre a comunhão espiritual: “O recebem em espírito, fazendo atos de fé viva e ardente caridade, e com um grande desejo de se unirem ao soberano Bem, e, por meio disto, se põem em estado de obter os frutos do Divino Sacramento.”

Complementando o que já foi explicado.

Existe uma antiga tradição exercida pelos mais velhos de antes de entrar na fila da comunhão, realizar uma oração de comunhão espiritual para viver dignamente o encontro do Corpo de Cristo com todo o nosso ser. Veja, a Missa precisa ser toda vivida, temos que ir preparando nosso coração e nossa alma para encontrar o Esposo que nos aguarda

A comunhão espiritual foi recomendada de forma incisiva pelo Concílio de Trento (D 881).

São Tomás de Aquino também define de forma perfeita o que é a comunhão espiritual, veja: “consiste num desejo ardente de receber Jesus Cristo sacramentalmente e num amplexo amoroso, como se já fora recebido.” Para terminar segue alguns exemplos de comunhão espiritual para que possamos praticar durantes os nossos encontros com o Senhor.

“Eu quisera Senhor, e meu Deus, receber-vos com aquela pureza, humildade e amor com que vos recebeu a vossa Santíssima Mãe, e com o fervor, e espírito dos Santos.”

“Vinde, JESUS adorável, vinde ao meu pobre coração; vinde saciar meu desejo; vinde meu adorado JESUS, vinde ó dulcíssimo JESUS!”

“Desejai, então, vivamente receber o adorável JESUS, oculto por vosso amor, no Santíssimo Sacramento.”

São Tomás de Aquino

Vamos nos manter alimentados e unidos ao Cristo neste período de pandemia, lembrando que Ele é a nossa força e sustento para enfrentar todas as situações.

Ministério de Formação – MAV

10 passos para fazer uma reunião online

Requisitos:

Os participantes da reunião devem ter previamente instalado em seus celulares o aplicativo do Hangouts do Google, conforme links a seguir:

Clique AQUI para acessar o Hangouts do Google

Pronto! agora é só enviar o link para as pessoas acessarem a reunião online.

😉

CHAP! CHAP!

Código Direito Canônico

Olá, nesse post sobre formação da fé Católica, nós do Movimento Água Viva iremos apresentar alguns assuntos introdutórios sobre outro documento importantíssimo da nossa Igreja, o Código Direito Canônico. Famoso documento que é citado em diversos livros e vídeos de leitos e sacerdotes. Confira abaixo um pouco sobre esse riquíssimo tesouro que temos.

É o documento que reúne o conjunto de leis canônicas referentes à Igreja Católica Apostólica Romana, ao clero e leigos observando as obrigações e deveres de cada um. Dá orientações legais acerca de diferentes condutas relacionadas com a Igreja. Para as leis morais, recomenda-se recorrer ao Catecismo da Igreja Católica. 

Códigos canônicos sempre existiram…

Porém não de forma sistematizada em um único livro, organizado e de fácil acesso. Aos dias de iniciar o CVII, o papa João XXIII convocou além do concílio, um sínodo dos Bispos sobre Roma e uma Comissão Episcopal para reescrever o Código de Direito Canônico (CDC) que já existia. A comissão responsável por esse trabalho, optou por esperar o concílio encerrar para depois escrever o documento, pois este dependia das orientações que estavam por vir, sobre os entendimentos que o Magistério teria acerca de diversos assuntos que são tratados no CDC.

Após quase 20 anos o papa João Paulo II, com a carta apostólica Sacrae Disciplinae Leges, promulga o Código de Direito Canônico, no dia 25 de janeiro de 1983

Em forma de estrutura

O Código é dividido em sete partes, sendo elas: 

1° Normas gerais, a igreja, o que ela rege.

2° O povo de Deus, a estrutura da igreja.

3° O múnus de ensinar da Igreja, o modo como ensinar.

4° Do múnus de Santificar a Igreja, sacramentos.

5° Os bens temporais da igreja, como administrar os bens.

6° Livro penal, sanções.

7° processos, como proceder.

É dividido também em forma de parágrafos (aqui chamados de cânon). No final do livro também é possível pesquisar por tema/palavra chave. 

Por fim, o CDC juntamente com o direito Romano, foram bases fundamentais para o desenvolvimento do direito civil ocidental.

Por Ivana Gabriela

Venha para o lado luminoso da força!

Se as vezes você sente que não é deste mundo, que as coisas não estão no seu devido lugar, que está faltando alguma coisa, ou você vive nas estrelas procurando algo que não sabe o que é…. talvez você ainda não tenha percebido, mas estamos passando por uma guerra e você vai ter que decidir de qual lado da força você vai ficar.

Nós estamos aqui para lutar esta luta juntos com você e queremos que você venha para o lado luminoso da força!

O 32º Retiro de Aspirantes do Movimento Água Viva está muito especial. Você não vai se arrepender (e também não tem nada a perder né). O retiro é destinado aos jovens que procuram encontrar O Sentido de suas vidas, fazer novas amizades, e ter uma experiência única com O Amor verdadeiro.

E aí? Qual lado da força você vai escolher?