Quinta-Feira Santa

Fala Movimento Água Viva! Núcleo de Espiritualidade e ministério de formação na área. Quaresma chegando ao fim, quarentena acontecendo, diversas incertezas assombrando a todos e chegamos na Semana Santa. Para que o Movimento viva de forma comum disponibilizamos uma pequena formação sobre a Quinta Feira Santa e uma reflexão. Esperamos que gostem. Salve Maria!

Todo o povo de Deus está vivendo uma quaresma e Semana Santa diferente. Quando paro para refletir, o que vem primeiro na minha mente é que: Eu nunca imaginava passar por isso, não conseguir viver os sacramentos nesses dois períodos. A partir desse ponto caímos naquele velho ditado, é preciso sentir falta para dar mais valor. E realmente, durante essa quaresma me pequei pensando muito nesse assunto. Como eu, católico, preciso dar mais valor para os sacramentos. E você tem dado valor aos sacramentos? Viver bem uma confissão, e buscar o propósito de vencer um pecado. Desfazer qualquer distração durante o momento da Comunhão. Ou até mesmo buscar levar pessoas para a catequese e o Crisma.

Bem, e o que tudo isso que foi escrito a cima tem a ver com a Quinta-Feira Santa? Eu digo que tudo, talvez muito mais… Agora outra pergunta, a Quinta-Feira Santa está contida dentro da Quaresma? A Quaresma prepara os corações para viver o Tríduo Pascal. Quaresma termina quando vivemos a primeira celebração do Tríduo, que dá início ao momento litúrgico mais importante do ano no qual celebramos a paixão, morte e ressurreição do Senhor. Veja que, a partir do começo do Tríduo Pascal o tempo litúrgico muda, ou seja, na Quinta-Feira Santa.

Como bem sabemos, é nesse dia inicial do Tríduo que a Liturgia celebra a instituição do sacerdócio (sacramento da ordem), a instituição da Eucaristia (Santíssimo sacramento) – A ceia do Senhor (In coenae domini), bênção dos santos óleos e o lava pés. É irmão, são inúmeros acontecimentos vividos em apenas um dia. Além de dar início ao auge da nossa fé, como já descrito. Tudo está interligado pelo corpo místico de Nosso Senhor. A liturgia vivida no Tríduo introduz de forma viva e atual o mistério da entrega de Jesus pela humanidade por um único motivo, a nossa salvação. “É por isso que o Pai me ama: porque dou a minha vida. E assim, eu a recebo de novo. Ninguém me tira a vida, mas eu a dou por própria vontade”.

Instituição do sacerdócio

Jesus deixa claro durante suas palavras na Santa Ceia que aquilo que os discípulos acabaram de viver deveria ter uma continuidade, que os que creem no Filho do Homem se reunissem e recordassem d’Ele abençoando o pão e o vinho. “Fazei isto em memória de mim”.

Instituição da Eucaristia

Com a Santa Ceia, Jesus ofereceu ao Pai o Seu Corpo e Sangue sob as espécies do pão e do vinho, e os entregou aos seus. A palavra Eucaristia tem origem em duas palavras gregas “eu-cháris”, que significa ação de graça, presença real e substancial de Jesus Cristo sobre as aparências de pão e vinho. Viver a Eucaristia é a forma mais grandiosa de agradar a Deus, pois comungando ocorre de forma sobrenatural ação da graça [2].

Benção dos Santos Óleos

Faz parte de umas das cerimônias litúrgicas da Quinta Feira Santa. Nessa celebração, é realizado a bênção dos óleos utilizados pelas paroquias o ano todo. Sendo destinados para o Crisma, os Catecúmenos e dos Enfermos. Essa celebração conta com a presença do Bispo e de todos os sacerdotes da diocese. É um momento de reafirmar o compromisso de servir a Jesus.

Lava-pés

O lava-pés faz parte do ritual litúrgico que ocorre durante a celebração na Quinta Feira Santa. Jesus durante esse momento entregou os últimos ensinamentos para os Apóstolos, que é muito bem narrado no Evangelho de São João. E mostrou que necessário servir ao mundo e foi para isso que o Filho do Homem veio. Vemos que nessa liturgia eucarística, o bispo ou sacerdote vive novamente esse ato tão belíssimo do Mestre. Lava os pés e beija-os, retornando ao compromisso deixado por Cristo.

Agora escute a reflexão para essa Quinta Feira Santa e busque realizar um propósito pessoal após esse momento de oração.

Núcleo de Espiritualidade
Movimento Água Viva

Doutrina Social da Igreja

Olá para você que entra mais uma vez em nosso site, nesse post trazemos um tema que muitos Católicos não sabem que existe, que é a doutrina social. Diversas vezes esse assunto é confundindo com os ensinamentos doutrinais referente a fé, ou seja, toda a explicação existente na oração do Creio. Temos que entender, separar e colocar cada coisa no seu lugar. Deixando claro que a doutrina social e a doutrina da fé Católica andam juntas e se complementam diante dos temas apresentados nos documentos. Pois bem, caso queria saber um pouco sobre doutrina da fé veja o seguinte post (CIC).

Doutrina é um ensino, sendo a Doutrina Social da Igreja – DSI, o ensinamento da Igreja de como o ser humano deve viver em sociedade, a começar da primeira sociedade que é a família, tratando da atividade econômica, atividade política, e as diversas atividades exercidas em sociedade, à luz do Evangelho, na revelação vivida pela Igreja.

A DSI começa com a própria igreja, existindo desde o seu início, e desenvolve um ensinamento, sobre juros, usura, preço justo, lucro, politica, família…

Tem seu início sistemático à partir de 1891, com a (encíclicas sociais) Encíclica Rerum Novarum, do Papa Leão XIII, passando a possuir uma especificidade magisterial, a doutrina social que estava diluída no ensinamento da Igreja, ganha um espaço, com um específico magistério social da Igreja

87 A locução doutrina social remonta a Pio XI e designa o corpus doutrinal referente à sociedade que, a partir da Encíclica Rerum novarum (1891) de Leão XIII, se desenvolveu na Igreja através do Magistério dos Romanos Pontífices e dos Bispos em comunhão com eles.

(Parágrafo 87 do Compêndio)

Desde a Rerum Novarum, foram escritas diversas encíclicas papais que tratam da Doutrina Social da Igreja, sendo que no ano de 2004 a DSI foi organizada em um compêndio, organizado pelo Pontifício Conselho Justiça e Paz, que apresenta de forma sistemática o conteúdo da doutrina social da Igreja produzido até aquela ocasião.

Veja as etapas do ensinamento social católico em ordem cronológica:

De 1891 até hoje, a doutrina social da Igreja foi um ensinamento constante por parte de todos os papas.

Leão XIII (1878-1903), na Rerum Novarum (1891), denunciou as condições miseráveis em que vivia a classe operária, protagonista da revolução industrial.

Pio XI (1922-1939), na Quadragesimo Anno (1931), amplia a doutrina social cristã. Aborda o difícil tema do totalitarismo, encarnado nos regimes fascista, comunista, socialista e nazista.

Pio XII (1939-1958), papa durante a guerra e o pós-guerra, focaliza a atenção nos “sinais dos tempos”. Ainda que não tenha publicado uma encíclica social, em seus numerosos discursos há uma imensa variedade de ensinamentos políticos, jurídicos, sociais e econômicos.

João XXIII (1958-1963), na Mater et Magistra (1961) e na Pacen in Terris (1963), abre a doutrina social “a todos os homens de boa vontade” e, assim, a questão social se torna um tema universal que afeta e é responsabilidade de todos os homens e povos.

– Com a Constituição pastoral Gaudium et spes (1965), o Concílio Vaticano II sublinha o rosto de uma Igreja realmente solidária com o gênero humano e sua história. Já na declaração Dignitatis humanae (1965), o Concílio enfatiza o direito à liberdade religiosa.

Paulo VI (1963-1978), na Populorum Progressio (1967) e na Octogesima adveniens (1971), afirma que o desenvolvimento “é o novo nome da paz” entre os povos. Ele cria o Pontifício Conselho “Justiça e Paz”.

João Paulo II (1978-2005) compromete-se na difusão do ensinamento social em todos os continentes. Escreveu três encíclicas sociais: Laborem Exercens (1981), Sollicitudo Rei Socialis (1987) e Centesimus Annum (1991). Além disso, o Compêndio da Doutrina Social da Igreja (2004) leva a sua assinatura apostólica.

Bento XVI (2005), em sua encíclica social Caritas in veritate (2009), defende o desenvolvimento integral da pessoa pautado caridade e na verdade.

A DSI, documentada através destas encíclicas é a palavra da Igreja em termos de solução de problemas sociais e políticos, do mundo, e possui quatro princípios permanentes: A dignidade da pessoa humana; o bem comum; a subsidiariedade; a solidariedade.

Princípio da Dignidade humana

Cristo, o Filho de Deus, “com a Sua encarnação, num certo sentido, se uniu a cada homem” por isso a Igreja reconhece como sua tarefa fundamental fazer com que tal união se possa continuamente atuar e renovar. Em Cristo Senhor, a Igreja indica e entende, ela mesma por primeiro, percorrer a via do homem, que convida a reconhecer em toda e qualquer pessoa, próxima ou distante, conhecido ou desconhecido, e sobretudo no pobre e em quem sofre, um irmão “pelo qual Cristo morreu” (Compêndio 105)

Princípio do bem comum

Por bem comum se entende: “o conjunto de condições da vida social que permitem, tanto aos grupos, como a cada um dos seus membros, atingir mais plena e facilmente a própria perfeição” (Compêndio 164)

Princípio da Subsidiariedade

O princípio de subsidiariedade protege as pessoas dos abusos das instâncias sociais superiores e solicita estas últimas a ajudar os indivíduos e os corpos intermédios a desempenhar as próprias funções. A experiência revela que a negação da subsidiariedade, ou a sua limitação em nome de uma pretensa democratização ou igualdade de todos na sociedade, limita e, às vezes, também anula, o espírito de liberdade e de iniciativa. (Compêndio 187)

Princípio da Solidariedade

Em face do fenômeno da interdependência e da sua constante dilatação, subsistem, por outro lado, em todo o mundo, desigualdades muito fortes entre países desenvolvidos e países em desenvolvimento, alimentadas também por diversas formas de exploração, de opressão e de corrupção, que influem negativamente na vida interna e internacional de muitos Estados. “A solidariedade, portanto, se apresenta sob dois aspectos complementares: o de princípio social e o de virtude moral”. (Compêndio 193)

Por fim, resume-se que a doutrina social da igreja tem como fundamento principal buscar a igualdade de todos em dignidade e direitos, ao caminho comum dos homens e dos povos para uma unidade cada vez mais convicta.

“A doutrina Social da Igreja é como uma verdadeira revolução antropológica, cuja proposta é anunciar a verdade de Cristo na sociedade. É colocar a verdade de Cristo na sociedade, na vida do povo, para que haja justiça.”

Cardeal italiano Camillo Ruini.

Por Ivana Gabriela

Código Direito Canônico

Olá, nesse post sobre formação da fé Católica, nós do Movimento Água Viva iremos apresentar alguns assuntos introdutórios sobre outro documento importantíssimo da nossa Igreja, o Código Direito Canônico. Famoso documento que é citado em diversos livros e vídeos de leitos e sacerdotes. Confira abaixo um pouco sobre esse riquíssimo tesouro que temos.

É o documento que reúne o conjunto de leis canônicas referentes à Igreja Católica Apostólica Romana, ao clero e leigos observando as obrigações e deveres de cada um. Dá orientações legais acerca de diferentes condutas relacionadas com a Igreja. Para as leis morais, recomenda-se recorrer ao Catecismo da Igreja Católica. 

Códigos canônicos sempre existiram…

Porém não de forma sistematizada em um único livro, organizado e de fácil acesso. Aos dias de iniciar o CVII, o papa João XXIII convocou além do concílio, um sínodo dos Bispos sobre Roma e uma Comissão Episcopal para reescrever o Código de Direito Canônico (CDC) que já existia. A comissão responsável por esse trabalho, optou por esperar o concílio encerrar para depois escrever o documento, pois este dependia das orientações que estavam por vir, sobre os entendimentos que o Magistério teria acerca de diversos assuntos que são tratados no CDC.

Após quase 20 anos o papa João Paulo II, com a carta apostólica Sacrae Disciplinae Leges, promulga o Código de Direito Canônico, no dia 25 de janeiro de 1983

Em forma de estrutura

O Código é dividido em sete partes, sendo elas: 

1° Normas gerais, a igreja, o que ela rege.

2° O povo de Deus, a estrutura da igreja.

3° O múnus de ensinar da Igreja, o modo como ensinar.

4° Do múnus de Santificar a Igreja, sacramentos.

5° Os bens temporais da igreja, como administrar os bens.

6° Livro penal, sanções.

7° processos, como proceder.

É dividido também em forma de parágrafos (aqui chamados de cânon). No final do livro também é possível pesquisar por tema/palavra chave. 

Por fim, o CDC juntamente com o direito Romano, foram bases fundamentais para o desenvolvimento do direito civil ocidental.

Por Ivana Gabriela

Catecismo da Igreja Católica (CIC)

Olá! nesse post sobre formação da fé Católica iremos apresentar alguns pontos resumidos sobre o querido livro de capa amarela, que pelo menos uma vez durante a nossa caminhada já vimos alguém carregando ou citando em alguma pregação ou formação.

Para começar, o catecismo da Igreja católica, abreviado como CIC, foi publicado em 1992 pelo Papa São João Paulo II por meio da Constituição Apostólica Fidei Depositum (depósito da fé). Porém antes da promulgação desta constituição e instituição do CIC, existiu um caminho longo que foi percorrido por quatro Papas em 30 anos.

Para falar sobre o catecismo é preciso entender a história de onde e como ele surgiu, portanto começaremos pelo Concílio Vaticano II.

Em 11 de outubro de 1962, há 57 anos, iniciou o Concílio Vaticano II (CVII), no papado de João XXIII que “tinha confiado como tarefa principal guardar e apresentar melhor o precioso depósito da doutrina cristã, para o tornar mais acessível aos fiéis de Cristo e a todos os homens de boa vontade.” (CIC. p. 7). Este concílio durou três anos, encerrando em 8 de dezembro de 1965 com o Papa Paulo VI.

Padre Paulo Ricardo em seu curso sobre o Credo Apostólico explica que o CVII surgiu para reexplicar de outra forma, as mesmas verdades de fé de sempre, pois a fé que temos baseada na Sagrada Escritura, Sagrada Tradição e Sagrado Magistério, não muda, o que pode ser mudado é a forma como é explicada.

Passados 20 anos do início do CVII, em 25 de janeiro de 1985 o Papa São João Paulo II convocou uma Assembleia Extraordinária do Sínodo dos Bispos, para celebrar o encerramento do CVII. Neste encontro os padres sinodais recorreram ao Papa para “expressar o desejo de que seja composto um Catecismo ou compêndio de toda a doutrina católica, tanto em matéria de fé como de moral, para que ele seja como um ponto de referência” (CIC. p. 8).

A partir desta demanda, o Papa São João Paulo II, em 1986 instituiu uma comissão com 12 cardeais e bispos para que fossem responsáveis pelo projeto do CIC, e o presidente desta comissão foi o Cardeal Joseph Ratzinger, que em seguida seria o Papa Bento XVI. Ainda, para incorporar esta comissão, foram convidados mais sete bispos especialistas em teologia e catequese para serem os redatores do documento.

O documento foi escrito durante seis anos, sendo publicado em 11 de outubro de 1992 com a constituição apostólica Fidei Depositum.

São João Paulo II explica o que deve ser este novo documento:

Um catecismo deve apresentar, com fidelidade e de modo orgânico, o ensinamento da Sagrada Escritura, da Tradição viva da Igreja e do Magistério autêntico, bem como a herança espiritual dos Padres, dos Santos e das Santas da Igreja, para permitir conhecer melhor o mistério cristão e reavivar a fé do povo de Deus. Deve ter em conta as explicitações da doutrina que no decurso dos tempos, o Espírito Santo sugeriu à Igreja. É também necessário que ajude a iluminar, com a luz da fé, as novas situações e os problemas que ainda não tinham surgido no passado. (CIC, p. 10).

Portanto agora, temos o Catecismo da Igreja Católica como um documento que surgiu à luz do CVII com base na Sagrada Escritura, Sagrada Tradição e Sagrado Magistério, que nos serve como referência segura para buscar os ensinamentos da doutrina católica, sobre fé e moral, acerca de diferentes assuntos.

O Catecismo é dividido em quatro partes: A profissão da fé; A celebração do Mistério Cristão; A vida em Cristo; A oração Cristã.

Na primeira parte, encontramos a explicação da Revelação, passando pelo caminho do conhecimento de Deus e a busca pela fé. Nesta parte, o catecismo explora aquilo que a Igreja Católica acredita, com base no Credo Apostólico. 

A segunda parte, a celebração do mistério Cristão, apresenta a forma como celebramos a nossa fé, focando nos sete sacramentos da Igreja.

A vida em Cristo, fala sobre a vocação do homem, em como viver na sociedade, com a moral Cristã, à luz dos dez mandamentos da Lei de Deus.

Por fim, na última parte encontra-se os ensinamentos sobre a vida de oração, o modo como rezamos e vivemos espiritualmente. 

O catecismo é organizado por tópicos/assuntos em parágrafos, contendo 2865 destes. Ao fim de cada tema, encontramos um singelo resumo. Com isso, podemos fazer o estudo do CIC de diferentes maneiras, como por exemplo, estudar por assuntos, ou ler o documento na íntegra, ou ainda, começar pela parte três e depois estudar a parte um. Enfim, é um documento de referência, para consulta aos ensinamentos da Santa Igreja.

Setor Juventude da Arquidiocese de Florianópolis/SC se reúne e planeja 2020

No dia 15 de fevereiro, na Paróquia São João Evangelista, em Biguaçu, o Setor Juventude da Arquidiocese de Florianópolis se reuniu para planejar seus objetivos e ações para o ano de 2020.

No início da reunião, o assessor eclesiástico do Setor Juventude, Pe. Ewerton Gerent, lembrou que o setor é um espaço de articulação e comunhão das diversas expressões juvenis da arquidiocese. Sendo ele um espaço de troca de experiências entre os grupos, movimentos, novas comunidades, congregações e demais expressões juvenis, com o propósito de fortalecer a evangelização dos jovens.

Eventos em 2020

Na pauta, além de integrar os líderes jovens que representam as diversas expressões juvenis da arquidiocese, também estava o planejamento das atividades do setor. A mais próxima dessas atividades é o 3º Encontro de Formação de Líderes Jovens, que está programado para acontecer no dia 22 de março, em local a ser divulgado.

O evento terá quatro oficinas em sua programação, divididas em:

1) assessoramento para adultos que trabalham ou querem trabalhar com a juventude, a fim de que saibam entender os anseios dos jovens;

2) mídias sociais e seus impactos da vida do jovem atual;

3) ansiedade e depressão, formação para entender melhor essa doença que tanto tem atingindo os jovens, assim como poder reconhecer os sintomas e orientar o jovem a procurar ajuda especializada; e

4) grupos de jovens, formação para todos aqueles que trabalham ou querem trabalhar com jovens.

Também foram discutidos a Jornada Arquidiocesana da Juventude, que acontecerá no dia 28 de junho no Centro de Evangelização Angelino Rosa (CEAR), em Governador Celso Ramos; e o Dia Nacional da Juventude, no dia 25 de outubro, que acontecerá conforme a programação de cada forania.

Na reunião, também foi conversado sobre a presença da Igreja nas mídias sociais na evangelização dos jovens. O tema é tão importante para o setor que está programado para trazer a questão tanto na Formação de Líderes Jovens, quanto na Jornada Arquidiocesana da Juventude.

Caminho de santidade

Ao final da reunião, Pe. Ewerton e Murilo Spinola, do Movimento de Emaús, apresentaram a causa de beatificação do jovem Marcelo Câmara aos líderes jovens, que inicia sua fase diocesana em 8 de março, às 15h, no Santuário dos Ingleses, em Florianópolis. Marcelinho, como carinhosamente era chamado, foi um jovem que buscou a santidade em sua vida terrena e, agora, é pedido para que os jovens conheçam a sua história e se inspirem a buscar também uma vida de santidade, além de contribuir e rezar pela causa de sua beatificação.

Mais informações do Setor Juventude podem ser encontradas no site: arquifln.org.br/juventude, e no Instagram: @juventudefln.

Texto e fotos: Murilo Spinola/Setor Juventude

18 de fevereiro de 2020 em 10:20 Pe. Ewerton GerentSetor Juventude

Fonte: https://arquifln.org.br/noticias/setor-juventude-da-arquidiocese-se-reune-e-planeja-2020/

Peregrinação a Bethania para abertura do processo de beatificação do Padre Léo

Faremos uma peregrinação para Bethânia para acompanhar o processo de beatificação do Padre Léo.

O evento terá uma programação muito especial com pregações, testemunhos, apresentações e Santa Missa presidida pelo Dom Wilson.

No valor de R$60,00 estão inclusos: transporte + camiseta. Para receber a programação completa e demais informações é só chamar a gente no direct!

movimentoaguaviva #peregrinação #catolicosporamor #omovimentonãopara #papafrancisco #soucatolico

Conheça alguns testemunhos sobre o Padre Léo

Campanha de Doação de Amor em litros de Sangue

Como participar:

1º – Faça seu #MovimentoDeAmor doando sangue no Hemocentro mais próximo.

2º – se quiser incentivar outras pessoas a entrarem nessa corrente bata uma foto e poste marcando o @movimentoaguaviva_ e a #MovimentoDeAmor
Ou ajude a divulgar com a imagem oficial da campanha.

3º – Informe a quantidade de sangue que vc doou pelo http://bit.ly/MovimentoDeAmor e ajude a campanha a atingir a meta de 10 Litros de amor em sangue doado.

Medidor de amor
em litros de sangue doados:

Acompanhe a campanha pelo nosso Medidor de amor em litros de sangue doados:

COMO AVANÇAR NA VIDA DE SANTIDADE

Nós, que já participamos da igreja a algum tempo, temos sempre um desejo de querer nos aprofundar na vida de santidade. Podemos cair na tentação de querer ser novidadeiros, buscar sempre algo novo – mirabolante – para fugir da mesmice das pregações que sempre ouvimos. Mas, por que não revisitarmos o que já sabemos para relembrar aquilo que é essencial? Vamos lá, todos já ouvimos e sabemos: somos amados por Deus, Deus é amor e nós queremos retribuir o seu amor amando – sendo santos.

Se queremos nos aprofundar na vida de santidade, primeiro é preciso fazer a pergunta fundamental: o que é ser santo? Diz o Papa Francisco:

“Tu tens que descobrir quem és e desenvolver o teu caminho próprio de ser santo, independentemente daquilo que dizem e pensam os outros. Chegar a ser santo é tornar-te mais plenamente tu mesmo, ser aquele que Deus quis sonhar e criar, não uma fotocópia”.

(Christus Vivit, n. 162)

Ou seja, ser santo é tornar-se aquilo que se é: filho de Deus! E, como sabemos que fomos criados por Amor e para Amar, ser santo é tornar-se capaz de viver totalmente na lógica do amor. Por isso, tornar-se santo nos pede um processo profundo e intenso de autoconhecimento. Esse processo precisa ser feito na dinâmica das três relações do amor: a mim mesmo, ao próximo e a Deus. Podemos pensar o fazer-se santo como um exercício diário de descobrir quem eu sou através do como eu amo. Ser santo é, descobrindo-me, aceitando-me, superando-me, tornar-me capaz de amar sempre mais e melhor.

Mas, como posso fazer isso?

Lembram daquele jovem rico? Pois bem, vamos ver o que Cristo nos ensina com a vida dele.

Tendo perguntado ao Cristo o que era preciso fazer para ter a vida eterna (tinha desejo de santidade!) a resposta foi: “Observa os mandamentos”. Mas, isso o jovem já fazia. Então, perguntou: “Que me falta ainda?” – Jesus respondeu: “Se queres ser perfeito, vai, vende os teus bens, dá aos pobres, e terás um tesouro no céu. Depois, vem e segue-me”. (Cf. Mt 19, 16-26)

O que Cristo pede ao catequisado é algo simples, mas não fácil. Desapega-te, deixa de lado a mentalidade de que apenas seguir os mandamentos é o que te faz perfeito, é a mensagem de Jesus. O que te faz perfeito, santo, é a caridade – e, através dela, o seguimento Aquele que nos traz a boa nova. Se queres ser santo, vive na ótica do amor e vem, tu – sem riquezas, sem seguranças, apenas tu – e segue-me, é o chamamento a cada um de nós. Torna-te santo, torna-te capaz de doar o que tens aos necessitados – seja atenção, carinho, afeto, dinheiro ou apenas a alegria que brota do teu encontro com Deus.

Cristo nos convida, através daquele jovem, a voltar o nosso olhar sobre aquilo que é o centro do anuncio cristão: Deus é amor! (1 Jo 4, 8). De novo, pedindo auxílio ao Papa, podemos dizer que o centro da nossa fé (e as verdades que nos tornam santos!) são essas: Deus nos ama! Cristo nos Salva! Ele vive! (Christus Vivit, cap. IV)

Se queremos ser perfeitos, precisamos lembrar sempre dessas três verdades. Tendo descoberto cada uma delas, precisamos anunciá-las com as nossas vidas, através da alegria da nossa juventude. Quem descobriu este grande tesouro do amor de Deus, do Cristo que salva e da vida que Dele brota, não pode ser triste! Ele é o motivo da nossa alegria e, por isso, não podemos desanimar.

Ser Água Viva é ser esse sinal no mundo de uma alegria que contagia. É ser sinal no mundo enquanto pessoas santas, encontradas, que se amam, amam os outros e conhecem o Amor. Ser Água viva é muito mais que obedecer mandamentos, muito mais que decorar normas, muito mais que não pecar contra os mandamentos. Ser Água viva é dar vida a água parada que o mundo é.

E aí, o que falta na minha vida e na tua vida para que nós possamos ser esse sinal de amor? Quais dimensões da nossa existência precisamos revisitar, arrumar, lavar com a água do amor para superar uma vida de “cumpro minhas obrigações” e transformá-la em uma vida de “vivo a caridade”? O que precisa de um novo impulso de amor?

Para cada um de nós fica o convite:

Enquanto lutas para moldar teus sonhos, vive plenamente o hoje, entrega tudo e enche de amor cada momento. Porque é verdade que este dia pode ser o último, e então vale a pena vivê-lo com toda vontade e com toda profundidade possível”.

(Christus Vivit, n. 148)

Por Paulo Zanelato Silvano13 de janeiro de 2020

Hoje vos nasceu, na cidade de Davi, um Salvador, que é o Cristo Senhor!

“Não temais, eis que vos anuncio uma boa nova, que será alegria para todo o povo: hoje vos nasceu, na cidade de Davi, um Salvador, que é o Cristo Senhor”

É assim que Deus anuncia o nascimento de Jesus, o menino luz que veio ao mundo para nos revelar o caminho para o céu, e a imensidão que é o amor de Deus por seus filhos.

Quando olhamos para o presépio, sempre encontramos Maria, José e o menino Jesus, eles que juntos formam a Sagrada Família, que é a instituição divina pela qual Deus tem infinito amor e escolheu para se fazer carne neste mundo. 

Maria, a mais bela flor do jardim da humanidade, gerou o mais belo fruto, o salvador! Ela que foi escrava do Senhor, se entregando de corpo e alma, para fazer a vontade de Deus no plano da salvação eterna. Sempre encontramos Maria, como a intercessora, a auxiliadora e a mais humilde das criaturas, abdicando de si em prol do outro, como quando vai visitar sua prima Isabel que está grávida. A Rainha entregou-se por inteira, amou infinitamente e confiou cegamente no Pai.

José, o homem a quem Deus escolheu obedecer! Homem reto, justo e fiel, que o Pai confiou a criação e educação do menino Deus. Ele que teve uma vida de santidade, sendo discreto e temente a Deus, deu a sua honra, renunciou aos seus planos pessoais, e deu a vida em silêncio. José foi o provedor, o protetor, o educador e o homem que amou infinitamente a sua família, sempre recebendo e obedecendo as indicações de Deus com o coração aberto.

Jesus, o Verbo encarnado! O menino Deus, que nesta noite se fez luz para iluminar a escuridão em que o mundo se encontrava. Ele que é a fonte de amor e esperança, que é o caminho que nos conduz ao céu para o encontro com o Pai Eterno, quis vir ao mundo através da pureza de uma Mãe, a Virgem Maria, e quis ser cuidado e ensinado por José, o homem casto e fiel. 

A Sagrada Família, é o grande exemplo que temos de como viver segundo os planos de Deus, e estar com o coração preparado para viver o natal. Com ela aprendemos a viver o amor concreto, de generosidade, compreensão, dedicação, caridade e justiça. 

Que neste período de natal, possamos refletir sobre a nossa vida, sobre o caminho que estamos seguindo, para que não sejamos como aquelas pessoas, em Belém, que não acolheram José e Maria para que o menino Jesus pudesse nascer. Que o nosso coração esteja pronto para acolher a luz de Cristo, a fonte inesgotável do amor, e aguardar a sua vinda Gloriosa.

Que sejamos como Maria, a que se entrega a Deus de corpo e alma, nos entregando também cegamente ao colo do Pai, sempre abdicando de si em prol do próximo. Que sejamos como José, que é justo, fiel e obediente à Deus, confiando nossa vida aos planos do Pai com fidelidade, justiça e amor. Que sejamos como Jesus, que nasceu para iluminar o mundo e o conduzir até ao Pai, sendo testemunhos vivos do evangelho, vivendo conforme os planos de Deus e santificando a vida do próximo, para que um dia, cheguemos à vida eterna. 

Feliz Natal a todos, que Deus abençoe as famílias!

Castidade – Um chamado de Deus

Os jovens do Movimento Água Viva solicitaram aos seus casais um encontro que discutisse a temática da Castidade a luz da doutrina Católica Apostólica Romana. Para atender esta demanda, foi realizado um encontro que aconteceu no dia 05/10/2019 na igreja Nossa Senhora de Loreto, Base Aérea de Florianópolis/SC – Brasil, que contou com 3 momentos.

No primeiro momento ocorreram duas palestras, a primeira ministrada pelo Leandro da Jeane e a segunda ministrada pelo Jeferson da Schaiane. No segundo momento aconteceu uma roda de conversa segmentada entre os homens e entre as mulheres. No terceiro momento realizou-se um fechamento com oração e uma adoração ao Santíssimo Sacramento ministrado pelo Samir da Natalia. Jovens, Adultos e Casais participarem deste belo momento.

O primeiro momento foi gravado e disponibilizado no formato de Podcast nos principais players da internet:

Siga nosso podcast no Spotify
Siga nosso podcast no Spotify